terça-feira, 14 de junho de 2016

Lar, doce lar.



                                               O melhor lugar do mundo é o nosso lar.
                                               Lá, somos inteiros, matreiros, verdadeiros
                                               E  podemos voar!!!!!














terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Vaidade tem limites! O importante é a saúde!


A modelo Andressa Urach está internada em estado grave em um hospital de Porto Alegre, devido a complicações provocadas pela aplicação de hidrogel nas pernas.

Esse caso é um triste exemplo de como o excesso de vaidade pode colocar em risco  a saúde e a vida de uma pessoa.

Leia da matéria feita pelo site G1 sobre o assunto.


Entenda o que é o hidrogel e quais são os riscos do procedimento


Mariana Lenharo
Do G1, em São Paulo


A Modelo Andressa Urach teve problemas graves devido à aplicação de hidrogel nas coxas (Foto: Iwi Onodera/EGO)


O hidrogel, produto usado principalmente para preenchimento e aumento de volume em regiões como o bumbum e as coxas, esteve relacionado a problemas graves de saúde em pessoas que recorreram a esse procedimento nos últimos meses.

Neste fim de semana, a modelo Andressa Urach foi internada com uma infecção na coxa esquerda que teve origem em uma aplicação de hidrogel. Ela está em estado grave, segundo o hospital. Em outubro, uma mulher morreu em Goiânia depois de passar pelo procedimento de aplicação de hidrogel no bumbum.

O G1 conversou com médicos que explicaram o que é o hidrogel, para que serve, quais são os riscos de sua aplicação e quais são os cuidados que os pacientes devem ter, caso queiram se submeter ao procedimento. Veja, abaixo, perguntas e respostas sobre o produto:

O que é o hidrogel?
Trata-se de um gel que tem em sua composição 98% de água e 2% de poliamida utilizado no Brasil desde 2008, de acordo com a médica Valéria Campos, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD).
Maria José Brandão morreu após fazer
aplicação de hidrogel no bumbum, em Goiânia
(Foto: Aracylleny Santos/ Arquivo Pessoal)

Para que serve?
O hidrogel é usado para aumento de volume em regiões como o bumbum e as coxas. Também é usado para o preenchimento de linhas e rugas no rosto e no pescoço.

O produto é regulamentado?
A marca mais conhecida de hidrogel, chamada Aqualift, tem registro na Anvisa. Sua colocação é, portanto, um procedimento regulamentado pelas autoridades sanitárias do Brasil.

A dermatologista Valéria Campos observa que o hidrogel não é aprovado pelo órgão americano que regulamenta alimentos e medicamentos, o Food and Drug Administration (FDA). “O FDA é um órgão bastante rigoroso, portanto o fato de o hidrogel não ser aprovado por ele é um sinal de alerta”, diz a dermatologista.

O médico Fernando de Almeida Prado, presidente da Regional São Paulo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP-SP), afirma que, embora seja um procedimento regulamentado, não há estudos suficientes que garantam a segurança da técnica em longo prazo, por isso é necessário ter cautela.

Como é a colocação?
O hidrogel é injetado com uma microcânula sob a pele da área em que o paciente quer aumento de volume. Trata-se de um procedimento cirúrgico feito sob anestesia local e que deve, portanto, ser feito em um centro cirúrgico ou em um estabelecimento que tenha condições de atender possíveis emergências médicas.

O profissional habilitado para fazer o procedimento é um médico, de preferência um cirurgião plástico ou um dermatologista com treinamento em técnicas de preenchimento do corpo.

É um procedimento permanente?
Segundo o cirurgião plástico Rogerio Ruiz, da SBCP, o hidrogel é um produto absorvível que fica no organismo por um período que vai de 1,5 a 2 anos, dependendo do local onde é injetado e das características do paciente. O previsto é que, depois desse tempo, o produto seja absorvido pelo próprio organismo e, caso o paciente queira que o volume aumentado continue, é necessário fazer uma nova aplicação.


Quais são os riscos?
Segundo Ruiz, como o procedimento prevê o depósito de uma grande quantidade de material sob a pele, há risco de o produto ser injetado perto de um vaso e comprimi-lo. Isso pode levar a uma isquemia, ou seja, a uma interrupção do fluxo de sangue, que pode ocasionar uma necrose da pele. Também há risco de o produto comprimir um nervo importante, provocando dores fortes.

Outro risco é que o produto seja equivocadamente injetado dentro de um vaso sanguíneo, o que pode levar a uma trombose e à necrose da pele no local. Pode também provocar uma embolia pulmonar ou até cerebral, e levar à morte. O paciente está sujeito ainda a ter hematomas, dores e alergia ao produto.

Caso ocorra algum problema, o produto pode ser retirado com uma cirurgia ou usando a técnica da lipoaspiração. Ruiz alerta, porém, que se o produto utilizado não for o original, a retirada tende a ser muito mais difícil porque outros produtos tendem a ser mais viscosos e pesados.

Quais são os cuidados que o paciente deve ter?
O paciente deve procurar um profissional habilitado para fazer o procedimento. De preferência, um cirurgião plástico ou um dermatologista com experiência no uso do produto. O estabelecimento onde a aplicação será feita deve ser um centro cirúrgico ou um estabelecimento que tenha condições de atender possíveis intercorrências médicas.

Ruiz observa que os pacientes devem ficar atentos ao preço do procedimento: valores muito baixos podem indicar que o material utilizado não é original. Segundo ele, o hidrogel é um produto caro e, para se fazer um aumento de volume razoável nos glúteos, por exemplo, utiliza-se ao menos 300 ml de cada lado. “Isso tem um custo realmente bastante alto. Algumas pacientes vão procurar um procedimento mais barato e acabam tendo complicações.”

Valéria recomenda que o paciente peça para ver o frasco do produto e, se possível, fotografe a embalagem e o código de barras para que, se houver algum problema relacionado ao produto, ele possa recorrer ao fabricante.

Que outros procedimentos têm o mesmo efeito?
Ruiz observa que, para pessoas que querem o efeito de aumento do volume, existem outras estratégias que podem ser consideradas e que são mais seguras do que a aplicação de hidrogel. Uma delas é o uso da gordura do próprio paciente para preenchimento. Outra é o implante de próteses de silicone.

“Cabe ao médico conversar com a paciente, tirar todas as dúvidas e, junto com paciente, discutir qual o procedimento mais indicado. Além disso, trabalhar com técnica precisa e com material que seja aprovado pelo Ministério da Saúde e pela Anvisa”, diz Ruiz.

quarta-feira, 23 de abril de 2014

Você sabe pra que serve o jato frio do secador?



Você não vive sem o secador, usa o ar quente para modelar os fios com mais facilidade e nuca swe perguntou pra quê serve o jato de ar frio? O blog foi atrás e descobriu que grande parte das mulheres estão perdendo muita coisa! O jato de ar frio do secador é muito útil e faz toda a diferença… quem sabe usar valoriza e sabe que é tão importante quanto o quente!

O jato frio do secador, quando usado na finalização da escova, elimina o frizz! Cabelos arrepiados e com aquela aparência de espetado nunca mais serão o seu problema, depois dessa dica!

Faça a escova normalmente com o ar quente, e quando tiver terminado coloque o ar frio para dar o acabamento…. você vai notar que o frizz some na hora, e que o liso fica mais natural!

Além disso, o ar frio do secador serve para dar brilho ao cabelo! Usado da mesma forma que ensinei para eliminar o frizz, o ar frio confere um brilho quase instantâneo para os fios… e isso porque garante que as cutículas fiquem bem fechadas! Cabelo sem frizz e brilhante… quer mais?
Quando você tiver um evento importante e tiver investido em um penteado elaborado na base do laquê, use o vento frio do secador para ajudar a fixar… funciona que é uma beleza!

Fonte: http://www.donadecasaatualizada.com/?p=403

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Faça a sua cabeça!




Os turbantes, que sempre estiveram na moda, dão um toque especial  ao look e podem ser  usados por aquelas mulheres que gostam de variar e personalizar a aparência.

Eu, na verdade, não tenho o costume de usar turbante, apesar de achá-lo super bacana e charmoso.

Porém, hoje, senti  vontade de experimentar como ficaria um em mim.

Curiosa , fui tentar e gostei do resultado.

Até que ficou simpático.

E acho que vou começar a "ousar' e usar turbantes por ai....

E você também pode tentar criar visuais diferenciados com lenços e faixas..

Afinal, nós mulheres, adoramos  inovar pois  isso  faz muito bem  para a nossa alma feminina!

Portanto, tente você também e faça a sua cabeça!








Passo a passo de Thássia Naves ensinando a fazer um turbante com um lenço tradicional. Fica super moderno e é bem fácil. Confiram:

diy turbante por Thássia Naves copy

domingo, 6 de abril de 2014

Receita de ovo de páscoa na travessa

 Ovo de páscoa recheada na travessa

Com os preços dos ovos de páscoa nas alturas, que tal fazer uma receita deliciosa para toda a família a um custo bem menor?

Anote  a dica do site Show de Receitas: e tenha uma excelente e saborosa páscoa.


Ingredientes
3 latas de leite condensado
2 colheres (sopa) de maisena
2 latas de leite (use a lata de leite condensado vazia para medir)
6 gemas
1/2 colher (sopa) de essência de baunilha
400g de creme de leite
2 xícaras (chá) de chocolate meio amargo picado
1/2 xícara (chá) de castanha de cajupicada
2 xícaras (chá) de chocolate ao leite picado



Modo de Preparo

Em uma panela, coloque o leite condensado, a maisena dissolvida no leite, as gemas e leve ao fogo médio, mexendo até engrossar.
Desligue e acrescente a essência de baunilha.
Espere esfriar e misture o creme de leite. Separe 1/3 da mistura e reserve.
No creme restante, misture o chocolate amargo derretido.
Em um refratário médio, coloque metade do creme de chocolate no fundo.
Leve ao congelador por 15 minutos, retire e cubra com o creme branco.
Distribua a castanha de caju, volte mais 10 minutos ao congelador e cubra com o creme de chocolate restante.
Derreta o chocolate ao leite e espalhe sobre o creme.
Leve à geladeira por 2 horas antes de servir.

Fonte: http://www.showdereceitas.com/receita-de-ovo-de-pascoa-recheada-na-travessa/

terça-feira, 1 de abril de 2014

Viva sem estresse, em equilíbrio e seja feliz!


















Já fiz esse curso, o Parte 1 da Arte de Viver e amei tanto que agora, dia 9 de abril, estou indo para Angra dos Reis fazer o Parte 2- A Arte do Silêncio.
Quem tiver interesse em trabalhar sua evolução espiritual e aprender uma técnica de respiração que ajuda a viver em equilíbrio, sem estresse e feliz, não deve deixar para depois.
Faça já a sua inscrição!

O curso parte 1 começa no dia 11 e termina no dia 15 de abril.
Na sexta, segunda e terça é de 7 e meia da noite às 10 da noite.
No sábado e domingo é de 10 da manhã às 5 da tarde.

Se tiver a oportunidade, não deixe de fazer esse curso pode realmente mudar a sua vida!

Arte de Viver Minas Gerais

sábado, 29 de março de 2014

Suco verde ultra nutritivo.



Eu adoro e faço todos os dias suco verde para toda a família. Além de delicioso, ele também serve para nutrir e desintoxicar o organismo.

Hoje inventei uma outra receita e ela ficou realmente muito gostosa e substanciosa.
Então, resolvi deixar aqui a dica para você..


1 litro de suco de maracujá gelado
2 folhas de couve limpas
1 inhame cru e descascado
1 fatia de gengibre
1 colher de chá de canela em pó
2 colheres de sopa de farinha de linhaça dourada
3 colheres de sopa de açúcar mascavo
3 tomates cereja maduros

/Modo de fazer:
Bater tudo em um liquidificador por 4 minutos, adoçar a gosto, enfeitar a  borda da taça com uma fatia pequena de tomate, e se deliciar!







Selfies: Muito além da vaidade




Não é por acaso que os chamados selfies estão na moda!

Todas as pessoas que se amam e têm uma auto-estima elevada, gostam de se ver em fotografias. Isso não é apenas vaidade, mas principalmente amor próprio. Através da fotografia podemos nos ver com outro olhar, diferente do espelho.

A foto revela também a alma e os nossos sentimentos. Quando olhamos uma foto nossa, podemos observar as rugas que surgem a cada dia que vivemos, as imperfeições que quase sempre ignoramos e assim aprendemos a aceitar e assumir que o tempo também passa para nós e que no entanto, continuamos felizes e de bem com a vida.

Quando apreciamos uma foto nossa quase sempre percebemos também a nossa energia e isso vale também como terapia. É como se fosse um olho no olho com nós mesmos. 

Contudo, apesar de não negar que sou vaidosa e aprecio ver minhas fotos, meu objetivo  nessa postagem  foi uma simples brincadeira,  já que também gosto muito de fotografar. E como também aprecio usar as palavras, achei ótima a ideia de unir as duas coisas e fazer um post diferente.

Essas fotos foram tiradas com um telefone celular, portanto a qualidade não é boa, mas vale a intenção.

Sugiro que você também tente fazer  fotos de você mesmo em poses variadas e que, ao olhar para elas, que você  consiga enxergar além do seu rosto lindo.

















sábado, 30 de novembro de 2013

Maturidade e Sensualidade



:: Por :Flávio Gikovate ::


Quero fazer algumas considerações sobre a mulher que é verdadeiramente sensual, e também sobre como se pode chegar a essa condição. Algumas - a exceção - são sensuais por natureza e desde a mais tenra idade. Mas a grande maioria vai se tornando mais sensual à medida que evolui no caminho da maturidade emocional. O escritor francês Honoré de Balzac sabia disso, tanto que louvou as virtudes eróticas da mulher de trinta anos.

A sensualidade verdadeira se expressa no modo de ser da mulher e se confirma na sua vida íntima. Em contrapartida, a exibicionista só promete. Esse tipo de mulher sofre de profunda imaturidade emocional, caracterizada por forte egoísmo e baixa tolerância às frustrações. Usa seus recursos intelectuais e sua sensualidade para obter o que necessita. A isso tenho chamado de instrumentalização da sexualidade feminina - quando ela está a serviço de outros propósitos em vez do prazer.

A mulher madura é mais independente, emocionalmente auto-suficiente. Tolera melhor as frustrações inevitáveis da vida, e não precisa usar de subterfúgios para se livrar delas. Sua sexualidade fica livre para se exercer como fonte de prazer; não é instrumento ou arma que a ajudará a atingir outros objetivos. Poderá se exercer de modo lúdico, visando apenas a gratificação que a excitação sexual determina.

Com o tempo, a mulher vê sua razão se fortalecer. A maturidade vem acompanhada de um crescente autocontrole. Aquele medo que tantas adolescentes têm de não serem capazes de domesticar sua sexualidade vai cedendo lugar a uma sensação íntima de segurança; de que o desejo pode ser vivido com intensidade sem que isso signifique perda de controle sobre as próprias ações. A mulher se torna mais ousada na sua forma de ser e de vestir. Essa ousadia continua na intimidade, onde ela arrisca mais e se entrega ao gozo com mais liberdade. A experiência gratificante reforça mais a ousadia que - insisto - sempre se baseia no fortalecimento da razão.

Está composto agora um círculo vicioso positivo, onde a auto-estima cresce. A mulher se sente mais atraente e mais competente para a prática sexual. A isso se soma outro ingrediente fundamental, que é a menor preocupação com a perfeição física. Já afirmei que a obsessão com a beleza cria sentimentos de inferioridade em quase todas as moças. Aos poucos, elas vão percebendo na carne que beleza e sensualidade são coisas distintas. E que o que conta é a sensualidade, o poder de provocar o interesse e o desejo dos homens. Essa mulher madura, expansiva e exuberante é atraente para os homens com ou sem algumas rugas ou quilinhos a mais.

A idéia do sexo não-instrumentalizado é captada por eles e lhes dá coragem para a abordagem, sem a impressão de estar caindo numa armadilha - refiro-me aos mais sensíveis; os mais grosseiros abordam todas, pois não temem armadilha nenhuma. A aproximação, inicialmente sexual, poderá ou não evoluir para um envolvimento mais consistente. Penso que temos de aprender a lidar com isso, pois a situação se inverteu nos últimos anos. Antigamente, as pessoas primeiramente se comprometiam sentimentalmente para depois se ligar sexualmente. Hoje o sexo faz parte das coisas que as pessoas querem conhecer para saber se irão desenvolver uma ligação emocional mais estável. Não há como brigar contra a realidade.

sábado, 13 de outubro de 2012

OMS pede que países se empenhem para reduzir casos de gravidez entre adolescentes






Renata Giraldi
Repórter da Agência Brasil


Brasília – A Organização Mundial da Saúde (OMS) alerta que é fundamental o empenho das autoridades para evitar a gravidez entre adolescentes. No mundo todo, uma em cada cinco adolescentes e jovens deu à luz com menos de 18 anos. Nas regiões mais pobres, a proporção passa para uma em cada três. A organização informa que é elevado o número de mortes entre pessoas de 15 a 19 anos que não resistem às complicações pós-parto.

Pelos dados da OMS, cerca de 16 milhões de adolescentes dão à luz todos os anos no mundo principalmente nos países em desenvolvimento.

A estimativa é que aproximadamente 3 milhões de jovens, de 15 a 19 anos, submetem-se a abortos ilegais por ano. Pelo menos metade dos bebês de mães adolescentes morre. Também há de indicações que eles sejam mais propensos a ter baixo peso ao nascer. A maior incidência (95%) ocorre em países de baixa e média renda.

A entidade diz ainda que os casamentos entre crianças e adolescentes, tradição em alguns povos, geram o aumento da violência e do abuso sexual, elevando também os riscos de infecção pelo vírus HIV. As meninas que casam cedo têm menos acesso à escola e as perspectivas de emprego também diminuem. Em países de baixa e média renda, mais de 30% das meninas se casam antes dos 18 anos de idade e aproximadamente 14% antes dos 15 anos.

As taxas de natalidade entre as mulheres com baixa escolaridade são mais elevadas do que entre as que têm ensino médio e superior. Segundo a OMS, há adolescentes que desconhecem os meios contraceptivos e outras são incapazes de obtê-los.

Também há informações sobre denúncias de violência sexual contra as adolescentes. Mais de um terço das meninas em alguns países relatam que sua primeira relação sexual foi forçada.

Em 2011, a Assembleia Mundial da Saúde aprovou uma resolução incentivando os países a implementar medidas que levem à melhora da saúde das adolescentes e jovens no mundo. As
recomendações têm como objetivo reduzir os casamentos antes de 18 anos, diminuir as gestações entre adolescentes e jovens com menos de 20 anos e aumentar o uso de contraceptivos.

Há ainda metas de reduzir os casos de sexo forçado com crianças, adolescentes e jovens, assim como abortos ilegais e partos precoces. Mais detalhes sobre o estudo podem ser obtidos na página da OMS na internet.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Anvisa alerta sobre anticoncepcional com hormônio drospirenona




A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) divulgou, nessa segunda-feira, um alerta para médicos e pacientes sobre reações adversas em mulheres que tomam anticoncepcionais com o hormônio drospirenona.

"Considerando estudos recentes publicados no 'British Medical Journal' e no sítio eletrônico do FDA (agência reguladora de remédios nos EUA), que sugerem um risco aumentado de formação de coágulos sanguíneos em mulheres que tomam anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona, a Anvisa informa aos profissionais de saúde e pacientes que ainda não concluiu parecer definitivo sobre os mesmos, mas permanece acompanhando o assunto", diz o informe.

A substância está presente, por exemplo, nas pílulas mais vendidas pela Bayer --YAZ e Yasmin.

A agência mantém, até segunda avaliação, a comercialização desses anticoncepcionais no país e afirma que o perfil risco-benefício da substância continua favorável a sua utilização, desde que seguida a bula e sob supervisão médica.

O alerta orienta médicos a conversarem com seus pacientes sobre sinais e sintomas do tromboembolismo venoso e pulmonar. Pede ainda que os profissionais de saúde a informem à Vigilância Sanitária sobre reações adversas graves pelo uso da substância.

ESTUDO

O novo estudo divulgado pela FDA na quinta-feira (27) mostra que existe um risco maior de trombose venosa em mulheres que tomam anticoncepcional contendo o hormônio drospirenona, em comparação às que tomam contraceptivos mais antigos, à base de levonorgestrel.

A pesquisa analisou o histórico médico de mais de 800 mil mulheres norte-americanas que usavam diferentes métodos contraceptivos, entre 2001 e 2007.

Em média, aquelas que tomavam Yaz tinham uma chance 75% maior de sofrer trombose do que as que tomavam anticoncepcionais mais antigos.

No entanto, estudos recentes chegaram a conclusões diferentes sobre os riscos das novas pílulas anticoncepcionais.

Uma pesquisa publicada no início da semana passada, com mais de um milhão dinamarqueses, descobriu que mulheres que tomavam Yaz e outras medicações mais novas tinham o dobro de risco de trombose em relação às que tomavam o hormônio levonorgestrel. As descobertas foram divulgadas na terça-feira (25) no "British Medical Journal".

Outros dois estudos publicados em 2007, realizados como parte das exigências pós-comercialização da FDA e de reguladores europeus, não encontraram diferença no risco de trombose entre os dois grupos.

O presidente da comissão de contracepção da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), Rogério Bonassi, disse que as mulheres que tomam Yaz ou Yasmin não devem necessariamente interromper o uso da pílula.

"Numa população de jovens que não tomam pílula, há cinco casos de trombose venosa para cada 100 mil mulheres. Entre as que tomam anticoncepcionais à base de levonorgestrel, esse risco sobe para entre 15 e 20 casos para cada 100 mil. Já entre as jovens que tomam Yaz e Yasmin, esse número sobre para de 25 a 30 casos para cada 100 mil, segundo estudos. O número é muito parecido."

O especialista ainda explica que entre as grávidas, há 60 casos de trombose para cada 100 mil mulheres.

Os resultados precisam de comprovação científica para saber se a trombose venosa é um efeito desses anticoncepcionais ou se é igual a todos os outros, disse Bonassi.

"Qualquer pílula pode aumentar o risco de trombose, porém o risco absoluto é muito baixo."

Mulheres com histórico familiar de trombose, trombofilia, obesidade, sedentarismo e tabagismo têm risco aumentado.

OUTRO LADO

Procurada pela Folha, a Bayer informou que está avaliando o conteúdo do estudo dinamarquês publicado no "BMJ" e, por isso, ainda não pode comentá-lo.

Em nota, a empresa declarou que "dados clínicos de um período de mais de 15 anos e os resultados de estudos de segurança realizados pós-comercialização de até dez anos dão suporte à conclusão da Bayer de que os contraceptivos orais combinados que contêm drospirenona em sua formulação são seguros e eficazes quando utilizados conforme indicação médica. A companhia entende que o risco de trombose relacionado a eles é similar a qualquer outro contraceptivo de baixa dose".

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

5 dicas valiosas para saúde da mulher


Se alimentar bem não é fácil e a alimentação reflete em nossa aparência estética e no nosso bem estar psicológico e físico.

Andrea Dario Frias, que é coordenadora do Centro de Pesquisa Sanavita e PhD em nutrição pela ESALQ - USP (Universidade de São Paulo) dá cinco dicas para saúde das mulheres, levando em conta idade e fase da vida.


1- Mantenha um Peso Adequado: A partir dos 40 anos, o metabolismo da mulher fica mais lento e as necessidades calóricas diminuem em média 2% ao ano. Para mulheres com idade entre 23-50 anos, recomenda-se uma ingestão média de 2.000-2.200 calorias, enquanto que para as que já passaram dos 50 anos, a ingestão média diária diminui para 1.600-1.800 calorias. Nessa idade, um excesso de 200 calorias por dia pode resultar num aumento de 10kg de peso por ano. Por isso, faça uma alimentação equilibrada, fracionada (não fique em jejum) e pratique uma atividade física regular.

2- Elimine Celulite: Diminua o consumo de sal que causa retenção de líquidos e edemas, e de alimentos gordurosos e frituras. Reduza o consumo de bebidas alcoólicas, cafeinadas e refrigerantes que diminuem o calibre das artérias, dificultando a circulação; aumente o consumo de fibras, água e chás.

3- Coma Soja: A soja é um alimento de excelente valor nutricional, e dentre os alimentos de origem vegetal, é o que possui melhor teor protéico e a qualidade de sua proteína é comparada à proteína da carne. Estudos mostram que com o consumo de soja, é possível reduzir o risco ou prevenir doenças como as cardiovasculares, osteoporose, certos tipos de câncer como de mama, além de amenizar os sintomas da menopausa, principalmente as ondas de calor.

4- Reponha o Colágeno: Atualmente existem no mercado vários alimentos enriquecidos com essa proteína que proporciona sustentação às células, mantendo-as unidas. Sua deficiência é notada quando entramos na fase da maturidade, aos 50 anos, o corpo só produz em média 35% do colágeno necessário, com a diminuição da elasticidade da pele, o aparecimento de rugas e o aumento da fragilidade articular e óssea. Estudos mostram que o uso diário de colágeno hidrolisado extraído industrialmente dos ossos, peles e tendões de animais não tem contraindicação, não engorda e estimula a produção do colágeno natural, que perdemos com o passar do tempo. Consuma pelo menos 8g/dia do colágeno hidrolisado em pó.

5- Beba Chás derivados da Camellia sinensis: O chá verde, branco, amarelo e vermelho são ricos em polifenóis, substâncias com forte ação antioxidante. Os estudos mostram que essas substâncias são capazes de reduzir o risco de doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer, como o de mama, por exemplo. Além disso, as pesquisas estão mostrando que o consumo regular desses chás aumenta o gasto energético e a oxidação de gordura, ajudando no processo de emagrecimento.

Por Catharina Apolinário

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Traição feminina é associada a hormônio.




Recentemente fiz uma entrevista no programa Revista da Tarde, na Rádio Inconfidência AM 880, sobre a traição. A entrevistada foi a médica endocrinologista e psicanalista, Dra. Soraya Hissa de Carvalho, que, de quinze em quinze dias, participa do nosso programa, no quadro Viver e Conviver.




E um dos assuntos tratados, durante a conversa, foi a traição feminina. Perguntei a ela por que as mulheres hoje traem mais, uma vez que a traição sempre foi mais comum entre as pessoas do sexo masculino. Dra. Soraya enfatizou que esse aumento da infidelidade feminina deve-se, principalmente, à disseminação da pílula anticoncepcional. A pílula teria libertado a sexualidade da mulher, sempre atrelada à concepção.



Mas, o que leva uma mulher a trair seu parceiro? Por que será que algumas mulheres têm mais coragem e não se intimidam nem um pouco em trair seu companheiro?



Um estudo realizado recentemente, na Universidade do Texas, pode ter a resposta para esta pergunta. É o que você vai ler, a seguir, nesta matéria divulgada, nesta quinta-feira, pela BBCBrasil.com.



Estudo liga infidelidade feminina a hormônio.



Mulheres com uma concentração mais elevada de um hormônio ligado à auto-estima que as faz se considerarem atraentes, têm mais chances de ter casos extraconjugais e trocar de parceiros com freqüência, segundo um estudo realizado nos Estados Unidos.



A pesquisa da Universidade do Texas, em Austin, relaciona o nível de auto-estima com a quantidade do hormônio estradiol . De acordo com o estudo, as mulheres com mais hormônio desse tipo, tendem a se achar mais bonitas e a serem consideradas mais atraentes por outras pessoas.



Os cientistas afirmam que essas mulheres têm a tendência a se sentirem menos satisfeitas com seus parceiros e menos comprometidas com eles, em um comportamento que os autores do estudo chamam de "monogamia oportunista em série".



Segundo eles, isso se deve a um "instinto" de buscar parceiros com mais qualidades.



Bons parceiros



Na natureza, é difícil conseguir um parceiro que seja ao mesmo tempo um bom provedor de estabilidade para a família e que tenha bons genes para procriar. Por isso, muitas mulheres alternam um relacionamento mais duradouro com aventuras com homens mais atraentes", explica a psicóloga Kristina Durante, a principal autora da pesquisa, publicada na revista Biology Letters, da Royal Society. Segundo ela, as mulheres mais bonitas demandam mais os dois tipos de recursos por parte do parceiro e procuram um padrão de qualidade que às vezes é difícil de conseguir.



A psicóloga afirma que é por isso que muitas mulheres não se sentem obrigadas a se comprometer com um determinado parceiro se aparecer outro com melhores “qualidades”..



O hormônio estradiol está ligado à fertilidade e à saúde reprodutiva da mulher. Estudos realizados no passado mostram que o estradiol alimenta o desejo de poder em mulheres solteiras. Segundo essas pesquisas, aquelas mulheres que não tomam pílulas anticoncepcionais estão ainda mais vulneráveis ao hormônio.



Duradouro

Para o estudo da Universidade do Texas, os pesquisadores analisaram os hormônios presentes na saliva de 52 universitárias com idades entre 17 e 30 anos, em dois estágios de seu ciclo menstrual.



As voluntárias também falaram sobre a história sexual delas e avaliaram a própria aparência. A seguir, elas receberam notas, no mesmo quesito, de outros jovens estudantes de ambos os sexos. As voluntárias com maior nível de estradiol tinham mais histórias de paqueras e de casos com outros homens além de seu parceiro fixo.



Mas, elas também se mostraram mais envolvidas em relacionamentos duradouros do que em romances passageiros ou "ficadas". Essas mulheres parecem adotar uma estratégia de 'monogamia serial', em que buscam sempre um parceiro melhor para a reprodução, explica a psicóloga. "Não é o sexo casual que as interessa."

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Uma em três mulheres dá à luz sem ajuda especializada, diz relatório

Foto de arquivo mostra recém-nascido afegão sendo segurado por parteira e observado por sua mãe
Afeganistão tem alta taxa de mortalidade infantil, mas há avanços
Um terço das mulheres do mundo dá à luz sem a ajuda de especialistas, aponta um relatório feito pela ONG britânica Save the Children e divulgado nesta sexta-feira.
O relatório estima que, se houvesse mais 350 mil parteiras no mundo, elas poderiam salvar a vida de 1 milhão de bebês anualmente.
Enquanto na Grã-Bretanha apenas 1% das crianças nasce sem que o parto seja assistido por especialistas, essa porcentagem sobe para 94 na Etiópia e para 76 em Bangladesh.
“Não deveria ser algo complicado: alguém que saiba como secar o bebê corretamente e a ajudá-lo a respirar pode fazer a diferença entre sua vida e morte”, diz Justin Forsyth, executivo-chefe da Save the Children.
A ONG cobra ações da ONU e de governos doadores a países subdesenvolvidos, pedindo que apoiem e financiem o treinamento de mais parteiras.
Segundo o relatório, a asfixia ao nascer é responsável por mais mortes de bebês do que a malária. “Com treinamento e equipamentos corretos, parteiras podem monitorar a frequência cardíaca do feto e identificar problemas durante o parto”, diz o texto.
No total, a Save the Children calcula em 48 milhões o número de mulheres que, anualmente, dão à luz sem auxílio adequado, aumentando os riscos de morte tanto da mãe quanto do recém-nascido.
O Brasil não é citado pelo relatório.
Afeganistão
O Afeganistão é apontado como o pior país do mundo para se ter um bebê, segundo a ONG britânica. Ali, a taxa de mortalidade infantil é de 52 a cada mil nascimentos vivos (no Brasil, essa taxa é de 19,88), e 20% das crianças morrem antes de completar cinco anos.
Muitas dessas mortes são ocasionadas por práticas tribais, como colocar recém-nascidos no chão – o que traz risco de infecções – para espantar maus espíritos.
Mas, ao mesmo tempo, o correspondente da BBC em Cabul Paul Wood relata algumas pequenas melhorias no país, como o treinamento de 2,4 mil parteiras desde 2002 e o aumento no número de partos assistidos nas zonas rurais.
Um exemplo tanto dos flagelos quanto dos avanços do país é Rogul, 35, uma afegã da província de Cabul que disse à BBC que já passou por oito partos prematuros e perdeu todos os bebês.
Sua nona gravidez foi até o fim, mas a criança morreu um dia depois de nascer. Desde então, ela fez um curso para se tornar uma parteira e, agora, além de ter conseguido ter filhos, ensina práticas de saúde e higiene para outras afegãs.
fonte:www.bbcbrasil.com

sábado, 12 de março de 2011

Mulheres injetam hormônio da gravidez para tentar emagrecer

Paciente injeta hormônio gonadotrofina coriônica para emagrecer, com o médico Lionel Bissoon, em Nova York



Todas as manhãs Kay Brown, 35, faz um ritual semelhante ao de um viciado ou diabético: ela se injeta, mas a sua seringa contém hCG, hormônio da gravidez.


Brown não toma hCG (gonadotrofina coriônica humana) para ter filho. Ela acredita que, combinando as injeções com dieta de 500 calorias por dia vai perder gordura nos lugares desejados, sem sentir fome ou cansaço. "Tenho uma amiga que fez antes do casamento. Está linda", diz.


Mulheres como ela vêm lotando clínicas de emagrecimento nos EUA. Pagam mais de US$ 1.000 por mês por uma consulta, um suprimento do hormônio e as seringas para injetá-lo.

Mais de 50 anos depois de um médico começar a promover o hCG como auxiliar na perda de peso, o hormônio está mais popular que nunca, apesar de haver poucas evidências de eficácia.

O tratamento combina injeções diárias com uma dieta quase anoréxica. Mulheres são atraídas por promessas de que perderão meio quilo por dia sem sentir fome. O que talvez seja ainda mais sedutor é que lhes é dito que o hCG vai levar seus corpos a descartar a gordura armazenada nos lugares onde elas menos a desejam: braços, barrigas e coxas.

A forma injetável de hCG, vendida com receita médica, é aprovada como tratamento da infertilidade. Médicos são autorizados a prescrevê-la de forma "não indicada na bula" para perda de peso, segundo a FDA (órgão do governo americano que regula alimentos e medicamentos).

Mas a FDA avisa: não está provado que o produto intensifique a perda de peso, que cause distribuição mais "atraente" da gordura ou "reduza a fome".

Um porta-voz da FDA, Christopher Kelly, disse que o órgão recebeu relato sobre um paciente que segue a dieta do hCG e teve embolia pulmonar. O hormônio causa risco de coágulos, depressão, dor de cabeça e aumento da sensibilidade ou do volume das mamas.

Pieter Cohen, professor da Escola Médica de Harvard e pesquisador de suplementos, disse que, além da questão dos efeitos colaterais, o uso do hCG "manipula pessoas para lhes dar a impressão de que estão recebendo algo eficaz, quando estão recebendo algo que não é melhor que um placebo".

DERIVADO DA URINA
Segundo o médico de Kay Brown, Lionel Bissoon, "médicos de todo o país vêm tendo evidências empíricas de pessoas que perdem peso".

Outro médico de Nova York, Scott lyer, afirma que o hormônio "engana seu corpo, como se você estivesse grávida; ele passa a queimar gordura para que o feto receba calorias suficientes, mas protege o tecido muscular".

Alguns médicos dizem que é plausível que o hCG produza um corpo mais tonificado, porque induz a produção de hormônios masculinos e aumenta a massa muscular.

Médicos que prescrevem o hCG dizem que a experiência está a seu favor, mesmo que as pesquisas não estejam.

Mulheres injetam hormônio da gravidez para tentar emagrecer

Todas as manhãs Kay Brown, 35, faz um ritual semelhante ao de um viciado ou diabético: ela se injeta, mas a sua seringa contém hCG, hormônio da gravidez.

Brown não toma hCG (gonadotrofina coriônica humana) para ter filho. Ela acredita que, combinando as injeções com dieta de 500 calorias por dia vai perder gordura nos lugares desejados, sem sentir fome ou cansaço. "Tenho uma amiga que fez antes do casamento. Está linda", diz.

Robert Caplin/The New York Times
Paciente injeta hormônio gonadotrofina coriônica para emagrecer, com o médico Lionel Bissoon, em Nova York
Paciente injeta hormônio gonadotrofina coriônica para emagrecer, com o médico Lionel Bissoon, em Nova York
Mulheres como ela vêm lotando clínicas de emagrecimento nos EUA. Pagam mais de US$ 1.000 por mês por uma consulta, um suprimento do hormônio e as seringas para injetá-lo.

Mais de 50 anos depois de um médico começar a promover o hCG como auxiliar na perda de peso, o hormônio está mais popular que nunca, apesar de haver poucas evidências de eficácia.

O tratamento combina injeções diárias com uma dieta quase anoréxica. Mulheres são atraídas por promessas de que perderão meio quilo por dia sem sentir fome. O que talvez seja ainda mais sedutor é que lhes é dito que o hCG vai levar seus corpos a descartar a gordura armazenada nos lugares onde elas menos a desejam: braços, barrigas e coxas.

A forma injetável de hCG, vendida com receita médica, é aprovada como tratamento da infertilidade. Médicos são autorizados a prescrevê-la de forma "não indicada na bula" para perda de peso, segundo a FDA (órgão do governo americano que regula alimentos e medicamentos).

Mas a FDA avisa: não está provado que o produto intensifique a perda de peso, que cause distribuição mais "atraente" da gordura ou "reduza a fome".

Um porta-voz da FDA, Christopher Kelly, disse que o órgão recebeu relato sobre um paciente que segue a dieta do hCG e teve embolia pulmonar. O hormônio causa risco de coágulos, depressão, dor de cabeça e aumento da sensibilidade ou do volume das mamas.

Pieter Cohen, professor da Escola Médica de Harvard e pesquisador de suplementos, disse que, além da questão dos efeitos colaterais, o uso do hCG "manipula pessoas para lhes dar a impressão de que estão recebendo algo eficaz, quando estão recebendo algo que não é melhor que um placebo".

DERIVADO DA URINA
Segundo o médico de Kay Brown, Lionel Bissoon, "médicos de todo o país vêm tendo evidências empíricas de pessoas que perdem peso".

Outro médico de Nova York, Scott lyer, afirma que o hormônio "engana seu corpo, como se você estivesse grávida; ele passa a queimar gordura para que o feto receba calorias suficientes, mas protege o tecido muscular".

Alguns médicos dizem que é plausível que o hCG produza um corpo mais tonificado, porque induz a produção de hormônios masculinos e aumenta a massa muscular.

Médicos que prescrevem o hCG dizem que a experiência está a seu favor, mesmo que as pesquisas não estejam.